Uma visita


Hoje recebemos os Seminaristas e Pré Seminaristas da Diocese de Setúbal do Seminário Maior de Almada.  Voltem sempre!

Dia da Imaculada

Foram instituídos na Sé Catedral no passado dia 08 de Dezembro os nossos amigos Daniel e João. Quem continuem a pisar forte na vida e a agarrar com força a esperança que nos vem do amor a Cristo.

Almoço de Natal do Clero

Hoje recebemos os colegas sacerdotes para um encontro de Natal.
Preparamo nos nós para ajudar a preparar depois os que nos estão confiados.

Hoje

Hoje no Seminário acontece a recolecção de Advento para o Clero diocesano.


Hoje, sábado dia 25 de novembro

Hoje para além da formação para o Diaconado permanente temos ainda estes grupos a trabalhar para o bem da Igreja no nosso Seminário.


Todos juntos

Seminário da Guarda
2017 / 2018


Retiro dos sacerdotes

Decorre esta semana no nosso Seminário o retiro dos sacerdotes.


Imagens desta tarde de domingo

Fonte: Jornal A Guarda


Monsenhor Alves Brás

Nesta tarde de domingo apresenta-se no nosso Seminário o livro "Homem de Deus para a humanidade". Uma obra de Arnaldo Pinto Cardoso sobre o Padre Joaquim Alves Brás.
Estão presentes cerca de 200 pessoas que honram assim a memória deste sacerdote que acreditamos está a caminho do pleno reconhecimento canónico das suas virtudes.


Academia da Imaculada

O Cónego Matos esteve connosco durante o serão de ontem para nos falar sobre a dimensão trinitária da oração do Pai Nosso


Seminário da Guarda - 2017/2018

Seminário da Guarda
(Seminaristas e Pré-Seminaristas)
2017/2018

Subscrevemos

A Semana dos Seminários serve para «dar a conhecer» e «pedir oração» por estas casas.


Lisboa, 13 nov 2017 (Ecclesia) – O secretário da Comissão Episcopal Vocações e Ministérios considera que existe “algum desconhecimento” sobre o que é um seminário e que esta situação gera “preconceitos”.

Em plena Semana dos Seminários (12 a 19 deste mês), o padre José Alfredo Ferreira da Costa que é também reitor do Seminário Maior do Porto realça que é necessário dar a conhecer os seminários porque algumas pessoas entendem estas casas de formação “numa linguagem do passado e pré-conciliar” e “não têm uma visão esclarecida” destas instituições, disse à Agência ECCLESIA.

A Semana dos Seminários serve para “dar a conhecer” estas casas, pedir aos cristãos “a oração pelos seminaristas” e colocar as pessoas “em sintonia com as necessidades materiais destas casas”.

Atualmente, é fundamental compreender os seminários como casas de “formação integral e de diálogo com a sociedade e com as estruturas de formação académicas”, sublinhou o secretário da Comissão Episcopal Vocações e Ministérios.

Para além do cargo que ocupa na comissão episcopal, o padre José Alfredo é reitor do Seminário Maior do Porto e refere que na instituição a que preside procura ter uma “presença juntos das comunidades” e convida “com frequência os párocos” a visitarem a instituição.

Como aquela instituição do Porto tem um museu de arte sacra e arqueologia associado ao edifício, as visitas ao museu servem também para conhecerem a realidade “vivida no seminário, significa um conhecimento interior e profundo do espaço”, disse.

Apesar da parte académica ser feita na Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa, cada seminário “tem a formação complementar: a música, a dimensão psicossocial e artística”, completou o reitor do Seminário do Porto.  

“Muitos seminários ainda funcionam em edifícios antigos que pertencem à história da igreja, mas a mentalidade, a formação, o empenho e compromisso com o mundo está em sintonia com o que se vive hoje”, descreveu o padre José Alfredo.


Notícia da Agência Ecclesia

Dia diocesano do catequista

Quase 200 catequistas estão hoje no seminário. Bem vindos

Mensagem para a Semana dos seminários



A Semana dos Seminários é ocasião privilegiada para que os cristãos tomem consciência da importância do seminário como lugar indispensável para a formação dos futuros pastores da Igreja. Consciência que resulta da reflexão sobre as implicações da formação inicial, feita nos seminários, na missão da Igreja e no futuro da fé; consciência que se desdobra em oração ao Senhor da vinha para que chame trabalhadores para a sua vinha; consciência que se abre ainda à partilha e ajuda material aos seminários.
O lema desta semana é a frase pronunciada por Maria no episódio das Bodas de Caná: «Fazei o que Ele vos disser» (Jo.2,5). Após a interpelação dirigida a Jesus - «Não têm vinho!», Maria volta-se para os serventes para que estes, seguindo a palavra de Jesus, tudo façam para que a sua Hora chegue. O apelo da Mãe do céu dirige-se agora a todos e a cada um: aos batizados, chamados a servir o Senhor; a todos os que estão em formação nos seminários; àqueles que o servem nos vários ministérios e formas de vida consagrada.
O exemplo de Maria mostra que o fundamental é estar com Jesus, caminhar com Ele, sabendo estar no meio do mundo com atenção às circunstâncias em se pode revelar a novidade de Deus. Como em Caná, tantas situações de carência, dor ou fracasso podem ser ocasião de manifestação da misericórdia divina. Para isso é necessário escutar o que o Senhor diz e acolher a sua palavra no coração. Uma escuta que exige a atenção e o discernimento capazes de interpretar a vontade do Senhor, distinta dos apelos do mundo ou do eco das ambições e motivações individuais. Ele chama alguns à vocação sacerdotal que tem na sua origem «um dom da graça divina que se concretiza na ordenação sacramental. Esse dom exprime-se no tempo pela mediação da igreja que chama e envia em nome de Deus» (Ratio fundamentalis institutionis sacerdotalis, 34).
O apelo de Maria em Caná sublinha o caráter imperativo do Fazer, isto é, a necessidade de levar à prática a palavra escutada. Naquela situação tratou-se de exercitar um serviço concreto: encher as talhas e levar ao chefe de mesa. Desta forma o evangelho evidencia o valor do serviço humilde e dedicado na concretização do que Jesus manda. O serviço é o horizonte proposto a todo aquele que quer ser verdadeiro discípulo de Jesus, de modo específico a quem escuta e responde ao apelo: «Vem e segue-me!». O seminário é tempo de formação na escola do serviço, é caminho de configuração a Cristo, Cabeça, Pastor, Servo e Esposo, de forma que na ordenação presbiteral o candidato seja capaz de um dom total de si ao serviço de Deus e do seu povo.
 O cumprimento da frase de Maria conduz à realização do primeiro grande sinal de Jesus – a transformação da água em vinho – e desta forma Ele «manifestou a sua glória e os discípulos creram nele» (Jo.2, 11). Em Caná, Jesus revela-se como o verdadeiro noivo que está presente à humanidade para renovar com ela a aliança nupcial e ajudá-la a reencontrar o caminho da esperança, da alegria, e da paz. No nosso tempo os seminários representam um sinal da esperança para a Igreja e para o mundo porque aqueles que neles se formam em ordem ao ministério sacerdotal serão expressão da presença de Jesus Cristo, o esposo sempre fiel que também hoje quer encher de misericórdia e alegria a humanidade que não desistiu de amar.
O Seminário é tempo de estar com Jesus e de aprender com Ele a viver no meio das realidades do mundo; é tempo para exercitar a escuta e aprofundar o discernimento acerca da vontade de Deus; é tempo de cultivar um coração dócil, livre e generoso para o serviço de Deus e dos irmãos; é tempo para descobrir o estilo mariano da evangelização que valoriza a proximidade, a ternura e o afeto.
Que Maria nos ajude com a sua intercessão materna para que os seminários sejam comunidades onde se formam verdadeiros discípulos missionários e contribuam «para que a Igreja se torne uma casa para muitos, uma mãe para todos os povos, e torne possível o nascimento de um mundo novo» (Evangelii Gaudium, 288).

+ António Augusto de Oliveira Azevedo
Presidente da Comissão Episcopal das Vocações e Ministérios

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